book de prospecção · em cinco atos
A história da BEATRIZ SERACHIANI PASSARELLI VENDAS — e o capítulo que podemos escrever juntos.
Uma micro varejista de Santo André, duas operações no mesmo galpão, e um estoque único que não fala a língua de compras.
ato I · quem ela é
Uma micro varejista entre o bairro e o online
Empresa jovem, aberta em junho de 2023, atuando no varejo em Santo André, com porte de microempresa e capital social de dez mil reais. O nome já entrega o foco: vendas, num cenário típico de pequeno varejo local, competindo com vizinhos de bairro e com o online. Ainda não há ERP detectado, o que sugere operação construída em cima de sistemas mais simples, planilhas e integrações pontuais. Sem dados de funcionários e receita, fica claro apenas que é um negócio em fase de estruturação, ainda definindo o tamanho que quer ocupar no mercado.
— funcionários · receita não apurada · ERP não detectado · sem vagas coletadas
ato II · o que está acontecendo
Sem sinais recentes mapeados, quem conta a história precisa olhar para o contexto: uma micro varejista em Santo André, cidade cheia de pequenos comércios pressionados por marketplaces e grandes redes. Abrir em 2023 significa nascer já no meio da virada digital do varejo, com cliente acostumado a comprar tanto na rua quanto no aplicativo. O capital enxuto e a ausência de ERP indicado apontam para uma operação que foi se montando passo a passo, provavelmente puxada pela demanda dos marketplaces e por uma distribuição própria que cresceu em paralelo. O fato de rodar duas operações no mesmo galpão com estoque único indica que a empresa já deu um salto além da “lojinha” tradicional: virou um pequeno hub físico de vendas multicanal. Esse crescimento traz complexidade antes de trazer estrutura, e é exatamente nesse ponto que ela parece estar agora.
ato III · a dor
“Hoje temos algumas dores quanto a entrega de alguns relatórios para enxergarmos ruptura de estoque por exemplo temos duas operações que rodam no mesmo galpão com o mesmo estoque uma que são os Marketplaces e a outra que seria a nossa distribuição pro nosso compras enxergar o que ele tem que repor e pra quem já leva bastante tempo falta vir essa informação um pouco mais mastigada do nosso sistema”
A fala sobre a dor deixa claro que o problema não é só técnico, é operacional: o estoque é um só, mas a visão por canal é lenta e truncada. Quando compras demora para enxergar o que repor e para qual operação, o custo aparece em ruptura de estoque nos marketplaces e na distribuição, venda perdida e cliente frustrado. O “tempo” que se gasta para mastigar informação vira menos tempo para negociar melhor, planejar compra, ajustar mix. Enquanto o sistema não entrega relatórios simples de ruptura e reposição por operação, quem decide compra trabalha mais no escuro do que deveria, em um galpão que já funciona como dois negócios ao mesmo tempo.
ato IV · a resposta
O Integrador Marketplaces entra como peça natural da história: integrar os marketplaces ao estoque único do galpão é transformar aquela dor em painel, com ruptura e reposição por canal aparecendo em tempo quase real, sem que compras precise montar relatório na mão. Com isso, o retrabalho de cruzar pedidos, saldos e canais cai, e o comprador passa a ver com clareza o que está faltando em cada frente de venda. O WMS Winthor entra como o segundo passo dessa arrumação: organizar as duas operações dentro do mesmo galpão, controlando saldo por canal e por operação. Os relatórios de ruptura e necessidade de reposição passam a ser gerados pelo próprio WMS, alinhados com a rotina do estoque físico. Na prática, a resposta é tirar a empresa da lógica de “um estoque bagunçado para dois negócios” e colocá-la na lógica de “um galpão, duas operações, cada uma com seu saldo e sua leitura diária”.
Integração marketplaces e estoque único — Integrador Marketplaces · Ruptura e reposição por operação — WMS Winthor — tipo software · etapa 1. abordagem · prob. 10% · previsão 27/01/2027
ato V · as pessoas e a abordagem
Com quem — e como — abrir a conversa
Sem decisores mapeados, o caminho é seguir o roteiro típico do varejo que opera galpão e marketplaces: falar com quem responde por compras e operação. O protagonista provável da decisão é o **Gerente de Compras** ou o **Coordenador de Suprimentos**, que sente na pele a demora para enxergar ruptura e reposição. Como coadjuvantes, entram o **Responsável pelo Estoque/Operação do Galpão** e, se houver, alguém de **TI ou Sistemas**, que precisa validar integrações e o impacto no dia a dia. Em uma microempresa, é comum que o dono ou sócio participe da conversa final, mas é esse trio de operação e compras que traz a dor concreta e ajuda a desenhar o ganho.